Liquid gold com bolhinhas

O segundo dia começou com a prova dos sweet gold Wines Austríacos, foi a prova mais formal em que participei.
O profissionalismo dos vinhos da Austria é notória e nota-se nos mais pequenos pormenores. Fiquei deliciado pelo Opitz One do produtor Willi Opitz, diferente de tudo o que já tinha bebido até hoje.

Das talks da manhã reter, a palavra do Evan Dawson, especialização.

Depois de almoço a Igreja onde tivemos as palestras, parou para ouvir, George M. Taber. O senhor transpira histórias e sabe como as contar, inspirador e encorajador.

De seguida mergulhamos nas bolhinhas dos vinhos de Franciacorta, não sendo um grande apreciador deste tipo de vinhos achei interessante conhecer estes novos vinhos, parece o nosso espumante para se ter uma referência.

O jantar foi cortesia da Tilli Rizzo, da Azienda Agrícola Fratelli Berlucchi, um dos muitos produtores de Franciacorta. Um jantar onde fiquei ladeado pelo João Roseira e do Claudio Faccoli, muita conversa ora em Inglês ou em Italiano sobre vinhos, a repetir sempre.

Deste dia, retenho a perseverança que se tem de ter e da paixão, que não pode turvar a forma como temos de escrever sobre o mundo do vinho.

A noite ainda dura e anda de mão em mão uma garrafa de Porto Ferreira «Duque De Bragança» Tawny 20 Anos.

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