Quinta do PôPa – PaPo 2008

Quinta do Pôpa PaPo 2008

Só em Julho passado consegui provar os vinhos provenientes da Quinta do Pôpa, de Tabuaço, na região do Douro.
Desde aí não escondo que fiquei fã do seu trabalho.

Já escrevi sobre o TRePa 2007, e agora chegou a vez de escrever sobre o Quinta do Pôpa PaPo 2008.
Em comparação gostei mais do 2008, achei-o mais complexo e mais vivo.

A imagem que me transmitem é a mistura da tradição com a modernidade, com uma pitada de irreverência.
Um dos guardiões na casa é Jorge Silva, Eng. Agrónomo, que tive a oportunidade de conhecer em Setembro passado quando visitei a quinta, posso dizer que transpira Douro.
O Stéphane Ferreira é o agitador, que juntamente com Luis Pato, criaram os vinhos da Quinta do Pôpa.

O Quinta do Pôpa PaPo 2008, tem novamente duas castas, a Tinta Roriz proveniente da Quinta do Pôpa e Baga da Vinha Pan, da Bairrada para criar um vinho muito interessante.

Quinta do PôPa

Nota: Vinho enviado pela Quinta do Pôpa.

PaPo 2008
De cor vermelha, com aroma a flores silvestres, concentrado no copo. Na boca revela-se um vinho vivo devido aos seus taninos ainda presentes, mas agradáveis. Um vinho com força, leve, com a tosta da madeira quase a lembrar chocolate. O final é longo.
(Provado em 10/03/2012)

A primeira impressão é a que coloco como prova, depois durante o almoço, no copo, ainda se torna mais expressivo, mais forte.
A combinação Baga e Tinta Roriz é de facto muito interessante.
Não torna o vinho denso, mas sim, leve, mas bastante saboroso ainda com os taninos a trabalhar dando vida ao vinho.

2 thoughts on “Quinta do PôPa – PaPo 2008

  • 12 Março, 2012 at 19:15
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    desde os primeiros passos que seguimos o que se faz na Pôpa…somos fãs (também) e gostamos mto da irreverência deles!por curiosidade, dedicamos hoje um post à Quinta do Pôpa.

    Saudações
    Carlos Soares
    http://wineofus.blogspot.com

    • 12 Março, 2012 at 22:06
      Permalink

      Os meus dois vinhos preferidos são o Vinhas Velhas e depois o Vinho Tinto Doce.
      Isto diz tudo dessa irreverência, mas apego pela tradição.

      Obrigado pelo comentário!

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