Wine on the Rocks Finkus Collection – Lolita & Milf 2011

Wine on the Rocks Finkus Collection


A Lolita e a Milf são dois tintos DOC Douro, da Quinta do Pôpa.
Um lote com Touriga Nacional, Tinta Roriz, Touriga Franca, Tinta Barroca, Tinto Cão e Vinhas Velhas.

Não possui as notas de prova clássicas no contra rótulo pois dirige-se a um público mais jovem e urbano.
A saber sobre os vinhos:
- ‘Lolita’ é jovem, fresca, explosiva e objectiva;
- ‘Milf’, é mais madura e complexa, características que lhe conferem sabedoria e longevidade.

A apresentação da colheita de 2011, decorreu no wine bar, Vestigius, na passada Quinta-feira 13 de Fevereiro.

Quinta do Popa
Stéphane Ferreira, com a sua imagem de marca!

Pôpa TR 2008

Quinta do Pôpa Tinta Roriz 2008

Só em meados de Fevereiro consegui abrir calmamente o Pôpa TR 2008, Sábado em família e um grande vinho para o almoço.
Não escondo a amizade e respeito que tenho pelo Stéphane e pelo resto da equipa da Quinta do Pôpa.

Este Tinta Roriz apresentava uma cor vermelha pouco densa. Aroma a baunilha e uma agradável madeira. Na boca fruta bastante madura, profundo, fumado, boa estrutura com os taninos bem redondos, só a aparecerem no final para avivar este vinho. Boa acidez.
Saboroso e longo.

Fiz bem em ter demorado a abrir esta garrafa.
Nada cansado e com grande classe, um vinho do Douro que mostra que se podem fazer grande mono castas de Tempranillo, digo Aragonez, irra Tinta Roriz!

Comparando com o 2007, para além de ter um novo rótulo, achei este vinho mais seguro, mais completo.

Nota: Vinho enviado pela Quinta do Pôpa.

Quinta do Pôpa Tinta Roriz 2007

Quinta do Pôpa Tinta Roriz 2007

Primeiro a fotografia, gosto bastante de fotografia e ligo-a muito quando tento escrever sobre vinho ajuda-me a completar este puzzle.

Nota: Vinho enviado pela Quinta do Pôpa.

Sobre o Quinta do Pôpa Tinta Roriz 2007, passou quatro meses em pipas de carvalho francês de 650 litros no Douro.
Imaginar como seria a aceitação deste e de outros vinhos Portugueses nos mercados internacionais se ostentacem Tempranillo, no rótulo!

Este Tinta Roriz de 2007 é de cor ruby já a ganhar tons acastanhados.
Ao abrir a garrafa o primeiro aroma é a flores silvestres, não o cheguei decantar, depois com o passar do tempo veio a ameixa a dominar.
Na boca temos um vinho macio, daqueles que podemos servir com muita confiança à esposa que não aprecia vinhos díficeis.
Os taninos são servidos em pequenas pepitas de chocolate.
E este vinho da Quinta do Pôpa ganhou aquela seiva da madeira que tanto aprecio.
Sente-se que não é vinho do ano, mas não está cansado, loge disso. Temos antes mais notas de evolução.
O final é longo, com uma ligeira pimenta.

Gostei.

O teor alcoólico, é de 14,5% ideal para muitos mercados.
Fiquei curioso como poderia combinar com um borrego assado num forno de lenha, acabado de fazer!